Uma rígida estrutura tubular, que irá se conectar às bombas e demais equipamentos que serão responsáveis por bombear e levar o esgoto até à ETE

Teve início nesta terça-feira, 29, o processo de instalação do sistema hidráulico da primeira estação elevatória de esgoto que compõe o Sistema de Esgotamento Sanitário de Balneário Barra do Sul, localizada na Rua Pedro de Souza, no centro da cidade.

Uma equipe da empresa Itajui contratada pela CASAN está instalando a rígida estrutura tubular, que irá se conectar às bombas e demais equipamentos que serão responsáveis por bombear e levar o esgoto até a Estação de Tratamento – que vem sendo construída no bairro Pinheiros.

O trabalho deve durar cerca de três semanas, momento em que avançará para as outras duas estações já finalizadas pela CASAN. No total, o sistema de Balneário Barra do Sul, nesta etapa, contará com seis estações elevatórias.

A CASAN, atualmente, trabalha na construção da quarta estação, que vem sendo construída na esquina da Rua Getel Mendes com a Rua Manoel Ferreira. O local está totalmente isolado e a CASAN solicita que a população respeite as delimitações.

Também conhecidas como EEEs, as estações elevatórias de esgoto são unidades de tratamento de esgoto que contam com bombas hidráulicas – que será enviado até a Estação de Tratamento (ETE).

O sistema vai coletar o esgoto de 3.091 residências atendidas, que cobrirá 52% da cidade. Serão aproximadamente 17.500 moradores e visitantes atendidos com saneamento básico. O Governo do Estado, por intermédio da CASAN, está investindo R$ 46.798.047,00 na obra, recursos provenientes de financiamento firmado com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA).

LIGAÇÕES NÃO ESTÃO AUTORIZADAS
A CASAN reforça aos moradores de Balneário Barra do Sul que serão beneficiados com o sistema para que não efetuem a ligação do imóvel à rede coletora já implantada. Para que o esgoto seja coletado e tratado pela CASAN, todas as redes deverão estar em operação e a ETE precisa ser concluída.

Ligações realizadas antes da autorização podem gerar problemas para o morador, como o retorno do esgoto ao imóvel e para a cidade, provocando extravasamentos nas ruas e mau cheiro. Além disso, a interligação, agora, pode trazer graves prejuízos.

Texto e fotos, Felipe Franco
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